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6 vilões da prisão de ventre

Hábitos alimentares e até sedentarismo podem atrapalhar o funcionamento do intestino1

A constipação intestinal, popularmente conhecida como prisão de ventre, não é uma condição recente, afinal ela é citada em documentos desde o século 16 a.C2. Mas não pense que o problema melhorou com o passar dos tempos. Hoje, a estimativa é que ele afete, em média, 16% da população mundial3.

O que explicaria o intestino preso ser algo frequente para tantas pessoas é justamente os hábitos da população, sendo que muitos deles são modificáveis. Veja abaixo seis vilões que podem estar por trás desse desconforto.

Falta de exercício1

Praticar exercícios físicos é uma medida para melhorar a saúde em geral, mas quem tem intestino preso também se beneficia – e muito – desse bom hábito. A atividade física promove um melhor funcionamento intestinal por fortalecer a musculatura abdominal. Com isso, há um estímulo maior do peristaltismo intestinal, o que leva a evacuações mais frequentes.

Falta de fibras e água4

As fibras, consumidas juntamente com a água, são o combo perfeito do intestino funcional. Presentes em diversos alimentos, como frutas, legumes e verduras, as fibras auxiliam na formação do bolo fecal, ajudando a mandar a constipação embora.

Cereais integrais, como pão integral, aveia, centeio, arroz integral e sementes de linhaça, por exemplo, também devem entrar no cardápio de quem tem prisão de ventre.

Mudanças na rotina

Quem nunca conheceu alguém que não consegue ir ao banheiro fora de casa? O problema faz todo sentido para quem está viajando, porque a dieta normal e a rotina tendem a mudar às vezes drasticamente, afetando a regularidade intestinal5.

Além disso, a gravidez também é uma mudança que pode causar constipação nas mulheres, devido às alterações hormonais6.

Ignorar a vontade1

Reprimir o desejo de ir ao banheiro aumenta as chances de prisão de ventre. Fazer isso com frequência, contudo, pode piorar o problema. Por isso, toda vez que o organismo sinalizar que é hora de evacuar, não hesite: obedeça ao pedido do corpo.

Medicamentos7

Nem todo mundo sabe, mas a prisão de ventre pode ser um efeito colateral de diversos remédios. Medicamentos opióides para alívio da dor, alguns antidepressivos, sedativos e fármacos para hipertensão podem aumentar o risco de constipação. Por isso, é importante conversar com o médico para receber a melhor indicação para o tratamento da prisão de ventre.

Referências

  • 1 - Federação Brasileira de Gastroenterologia. O Importante Papel das Dietas Para a Saúde Digestiva. Disponível em: http://www.hospitalsantalucinda.com.br/downloads/saude-digestiva.pdf. Acesso em 9 de dezembro de 2019.
  • 2 - Whorton J. Civilisation and the colon: constipation as the “disease of diseases.” BMJ,2000. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1119264/. Acesso em 9 de dezembro de 2019.
  • 3 - Suzanne M. Mugie, Marc A. Benninga, Carlo Di Lorenzo. Epidemiology of constipation in children and adults: A systematic review. Best Practice & Research Clinical Gastroenterology. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21382575. Acesso em 9 de dezembro de 2019.
  • 4 - Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. 2008. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2008.pdf. Acesso em 9 de dezembro de 2019.
  • 5 - Mearin F., Zárate N., Sardi J. et al. Traveler's Constipation. American Journal of Gastroenterology. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12591084 . Acesso em 9 de dezembro de 2019.
  • 6 - Garret C., O'Donoghue D. Constipation and pregnancy. Best Practice & Research Clinical Gastroenterology. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1521691807000595?via%3Dihub . Acesso em 9 de dezembro de 2019.
  • 7 - Alves, J.G. Constipação intestinal. Jornal Brasileiro de Medicina. MARÇO/ABRIL, 2013 VOL. 101 Nº2. Disponível em: http://files.bvs.br/upload/S/0047-2077/2013/v101n2/a3987.pdf. Acesso em 13 de outubro de 2020.

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